Eu passei, eu passei,eu passei!! =D

Janeiro 31, 2008

Sabe, quando eu não passei pra filosofia fiquei triste.Queria tanto… um grande amigo meu passou e ja tava toda arquitetada a bagunça: a gente ia curtir muito por lá ^^

Mas Deus tinha outros planos… acabei passando pra um curso onde conheço(depois vim descobrir) uma pa de gente do segundo semestre hsuashauhs =P

Sou grata a Deus por tudo,O senhor é bom.Mesmo que não passasse ainda diria que o Senhor é bom,mas vejo o seu amor nessa pequena coisa. ^^

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Janeiro 19, 2008

Esse é um vídeo interessante sobre uma música interessante…

Se a vontade de ouvir a musica for muito grande, passa no youtube e digita:”é proibido pensar” que vao aparecer la as trocentas ocorrencias.Sinceramente espero que encontremos em Deus o equilibrio que ele é,não nos deixando perder e mextremos(quaisquer que sejam).


Janeiro 13, 2008

Batalha Espiritual

É muito comum ouvirmos no meio evangélico o termo “Batalha Espiritual”; houve uma época na qual o tema virou “modismo”, soldados levantaram-se aos milhares e manuais de guerra foram escritos às centenas, detalhando ações, ensinando estratégias. A guerra foi travada, mas, poucos resultados positivos foram colhidos. Qual o motivo para tantos fracassos? Porque em alguns lugares funcionou e em outros não?

Um dos pontos importantes, geradores de fracassos é menosprezar o inimigo ou não conhecê-lo o suficiente. A Bíblia deixa claro, que o diabo é extremamente sagaz e poderoso, tem em suas mãos poder para fazer grandes feitos e conhece profundamente o ser humano. Ele conhece todas as chamadas estratégias de guerra e está devidamente preparado com o seu exercito para anular os possíveis ataques e pronto para um contra-ataque eficaz contra a igreja.

As histórias narradas em livros, vitoriosas, não se aplicam necessariamente em outras regiões ou cidades, o opositor já conhece os passos e está pronto para a resistência. É aconselhável ler tais narrativas, mas, fazer uso das mesmas práticas não é sábio.

A Batalha Espiritual, como o nome afirma, é travada no mundo espiritual e é necessário que haja homens santos e cheios do Espírito Santo, agraciados com dons (visão, revelação, profecia, etc.) para que sejam canais, através dos quais o Senhor Deus orientará o Seu exercito de servos, revelando as estratégias certas para cada ocasião, bem como, os passos do inimigo. A Batalha não é segundo a carne (“Embora andando na carne, não militamos segundo a carne.” 1Co 10.3), não é contra homens, sim, contra satanás (“Pois nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem nas alturas, isto é, os governos, as autoridades e os poderes que dominam completamente este mundo de escuridão.” Ef 6.12; veja mais: Gn 3.15; 2Co 2.11; Tg 4.7).

Os servos chamados à guerrear precisam ser irrepreensíveis em suas ações, a santidade é uma qualidade imprescindível. Neste exército não há espaço para os chamados “crentes carnais”, ou desprovidos de compromisso verdadeiro com Deus. Aventurar-se na batalha com brechas é morte certa!

A recomendação de Paulo a Timóteo foi: “Este é o dever de que te encarrego, ó filho Timóteo, segundo as profecias de que antecipadamente foste objeto: combate, firmado nelas, o bom combate, mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé.” (1Tm 1.18,19). O soldado de Deus precisa manter-se firme na fé e procurar desempenhar com seriedade e zelo a missão confiada. A vigilância (“Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos”. 1Co 16.13) deve ser constante, não se contaminar com o mundo, abrindo brechas através das quais o inimigo possa tocá-lo. A oração é tão importante quanto o ar que se respira (“com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”. Ef 6.18), se não houver vida de oração, a derrota está próxima.

A Batalha Espiritual engloba todos os servos que procuram vivenciar o senhorio de Cristo Jesus (Fp 1.30), não apenas alguns: “Por isso peguem agora a armadura que Deus lhes dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar.” (Ef 6.13). Mas, como já foi tratado antes, é indispensável que haja compromisso e vida santa. Os soldados são capacitados e protegidos pelo próprio Senhor a desempenharem a missão (“Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo.” Is 41.13; “Ó SENHOR, meu Deus e meu Salvador, tu me protegeste na batalha.” Sl 140.7). A força vem de Cristo! (“Mas o Senhor me assistiu e me revestiu de forças, para que, por meu intermédio, a pregação fosse plenamente cumprida, e todos os gentios a ouvissem; e fui libertado da boca do leão. O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial. A ele, glória pelos séculos dos séculos. Amém!” 2Tm 4.17,18).

A vitória na guerra vem do próprio Senhor! (“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” 1Co 15.57). Não é à força do homem, não são objetos e recitações de textos que nos fará vencedores. Somos nesta batalha apenas soldados sob o comando do nosso General.

Leiam sobre o tema, os relatos edificam a fé e mostra o quão sério é o mundo espiritual, no entanto, não queiram imitar as ações descritas, sem a devida revelação do Senhor, serás motivo de gargalhadas para os dominadores das trevas. As estratégias de uma batalha espiritual são reveladas por Deus, são orientações únicas para cada localidade.

Elias R. de Oliveira

(Extraído de www.vivos.com.br)


Sobre camelos

Janeiro 9, 2008

Interessante…

“Uma mãe e um bebê camelo, estavam por ali, à toa,quando de repente o bebê camelo perguntou:
- Por que os camelos têm corcovas?
- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.
- Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
- Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas longas eu mantenho meu corpo mais longe do chão do deserto que é mais quente que a temperatura do ar e assim fico mais longe do calor. Quanto às patas arredondadas eu
posso me movimentar melhor devido à consistência da areia! - disse a mãe.
- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.
- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! - respondeu a mãe com orgulho.
- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então o que é que estamos fazendo aqui no zoológico???”

MORAL DA HISTÓRIA: “Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências, só são úteis se você estiver no lugar certo!”

VOCÊ ESTÁ NO LUGAR CERTO?

Think about…


Casamento

Janeiro 7, 2008

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Este texto é um estudo preparado pela minha mãe depois de um acalorado debate na sala da nossa casa.Deus os abençoe com a leitura o/

 

Para entender sobre segundo casamento é necessário saber o que é casamento.

Quando Deus fez o homem (Gen 2) percebeu que lhe faltava uma “auxiliadora idônea”, então criou a mulher para suprir essa carência.

Todos os animais tinham par e o homem não tinha. Um psicólogo talvez dissesse que era uma carência emocional e afetiva, pois o homem se sentia só e andava triste.

O fato é que foi para a alegria do homem que Deus criou a mulher. Surge aí o PRIMEIRO CASAMENTO.

Casar significa completar, suprir o que falta.

Em Gen 2:24 “Deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne”

A expressão “sua mulher” denota que é uma única mulher não deixando margem a bigamia.

Tornar-se uma só carne é unir-se fisicamente de tal forma que o que sobra em um complete o que falta ao outro, é exatamente o ato sexual. Heb 13:4 “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula” Deus fez o sexo para felicidade dos dois, homem e mulher, e foi antes do pecado. Associar sexo a pecado é um erro. Um sexólogo diria que sexo era exatamente o que faltava para o homem ser feliz.

Em que momento o casamento acontece? Quando os dois em comum acordo decidem que viverão juntos. Unidos por um propósito: completarem-se. Mas, é preciso declarar a Deus e ao mundo que firmaram esse acordo. Para isso criaram a cerimônia religiosa. Depois para atender a necessidades materiais de questões financeiras, administrativas e legais, surgiu o casamento civil. Portanto, o casamento civil é a publicação ao mundo de que um será responsável pelo outro até a medida do que acordaram, responsabilidade patrimonial.

Durante e permanência do casamento a receita da felicidade está descrita nos capítulos 5 e 6 de Efésios.

Quando é que o casamento acaba? O desejo de que o casamento dure até que a morte os separe leva os dois a fazerem uma jura de amor eterno.

Amor não é sinônimo de casamento, pois como disse C.S. Lewis há quatro tipos de amores. O conceito de amor e suas distinções é um tema empolgante, mas muito extenso, em outro momento poderemos tratá-lo, para agora basta dizer que existe amor sem casamento e casamento sem amor.

Há realmente amores que são eternos e vão para além da morte, viúvos que continuam desejando viver com a pessoa amada mesmo depois que ela morre, conservam suas coisas do mesmo jeito como se ela fosse voltar. Então, esse casamento não se acabou com a morte porque segue o desejo de compartilhar, e as lembranças e esperanças suprem as necessidades, completam a necessidade emocional e afetiva.

Em verdade, é quando o desejo de estar juntos se acaba que o casamento se extingue. Esse desejo pode acabar em um dos cônjuges e no outro não. Então os dois já não se completam, mas o relacionamento se arrasta até que fique insuportável e um decida ir-se.

Assim como o casamento está no velho testamento, Gen 2, o divórcio também está: Deuteronômio 24. Interessante frisar que o divórcio, segundo Moisés, se daria quando a mulher não agradasse aos olhos do homem, isso incluiria qualquer motivo.

No novo testamento, Jesus veio, cumpriu a lei e mudou os mandamentos. Os dez foram reduzidos a um “Ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. Mudou também o divórcio, fazendo-lhe restrições, veja:

Mateus 5:32 Eu, porém, vos digo que todo aquele que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz adúltera; e quem casar com a repudiada, comete adultério.

Mateus 19:9 Eu vos digo porém, que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, e casar com outra, comete adultério; [e o que casar com a repudiada também comete adultério.]

Então, em caso de adultério de um dos cônjuges, o outro pode divorciar-se e casar-se pela segunda vez sem que cometa adultério. É Jesus, portanto, quem valida o segundo casamento.

O adultério seria a pena capital para o casamento? Não. Há perdão para o adultério, mas é preciso que haja arrependimento e demonstração de que ainda há o desejo de viverem juntos para que se restabeleça a confiança e a relação seja reconstituída.

Paulo em I Coríntios 7 apresenta respostas a perguntas sobre casamento, são conselhos para o tempo de crise em que vivia a Igreja à época, entre eles está o dos versículos 10 e 11 “Ora aos casados, ordeno, não eu mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido, se porém, ela vier a separar-se que não se case ou que se reconcilie com seu marido; e que o marido não se aparte de sua mulher”. Esse conselho é semelhante ao primeiro no versículo 1 “…é bom que o homem não toque em mulher”. O motivo/razão para todos os conselhos está nos versículos 32 e 33 “O que realmente quero (Paulo) é que estejais livres de preocupações. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor e de como agradar ao Senhor; mas o que se casou cuida das coisas do mundo, de como agradar a esposa”.

                                                                                                    (Aldevania Alves da Silva)


O lobo

Janeiro 4, 2008

“Era uma vez um lobo que se deprimia com os erros dos companheiros. Ninguém entendia o porquê disso, pois não é comum aos lobos a depressão. Ocorre que, quanto mais ele se deprimia - dado que as pessoas, quero dizer, os animais não agiam como ele gostaria -, mais admirava a soberania do leão, seu vizinho, aparentemente forte e firme com seu olhar longínquo. Tomou coragem e, entre cabisbaixo e um tanto irritado, foi falar com o leão:

-Caro Leão, como podes ser tão feliz diante de tantos dissabores da vida? Tantos erros? Tanta burrice? Quando converso sobre os erros dos meus companheiros, fazem ouvidos moucos!

-Erros? Que erros? Que burrices? – respondeu o leão balançando soberbamente a juba. Somos o que somos, caro lobo. Se as coisas que vejo e ouço não me apetecem, urro com toda minha força, que não é pouca, e vou passear. Tudo se modifica depois do passeio e do urro. Não sei se sou eu a modificar-me ou se o tempo mudou algumas situações.

O lobo achou muito simples tal pensamento, mas o leão não se dispunha a dialogar sobre erros e burrices. Num instante levantou-se, imponente, para seu passeio diário.

Moral da História: quem se atém demais a lamentos, acaba perdendo os bons momentos.”

Que nesse ano a gente entenda por que Deus detesta lamúrias.


Janeiro 4, 2008

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Vamos lutar por nossos sonhos esse ano…